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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Revista HISTEDBR - março/2015 | v. 15, n. 61

Número  v. 15, n. 61 (2015) da Revista HISTEDBR On-Line, organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas “História da Educação, Intelectuais e Instituições Escolares”, HISTEDBR – GT Maringá.





SUMÁRIO

Artigos

“O Estado e as relações sindicais diante à formação profissional: o caso italiano no segundo pós-guerra” de Pietro Causarano – Università degli Studi di Firenze (Itália); 

* “O papel da República na instrução primária segundo Primitivo Moacir” de Luiz Antonio de Oliveira (UENP) e Maria Cristina Gomes Machado (UEM); 

* “As escolas rurais e a organização do ensino primário em Cianorte-PR (1950- 1990)” de Rosangela de Lima e Analete Regina Schelbauer (UEM); 

* “Ensino fundamental de nove anos: principais orientações legais e administrativas” de Cristiane Batistioli Vendrame e Maria Angélica Olivo Francisco Lucas (UEM); 

* “A trajetória da didática no Brasil e sua (des)articulação com a teoria históricocultural” de Marta Sueli de Faria Sforni (UEM); 

* “O impacto da diversidade cultural nas políticas educacionais: uma crítica às propostas das agências internacionais” de Elma Júlia Gonçalves de Carvalho e Rosangela Célia Faustino (UEM); 

* “Juan Rodriguez Becker y Silva (1872-1944): a trajetória educacional de um professor itinerante” de Maria Aparecida Crissi Knuppel (UNICENTRO) e Célio Juvenal Costa (UEM); 

* “Perspectivas históricas e concepções de qualidade e acesso ao ensino superior a distância no Brasil” de Simone Maria Martins e Maria Luisa Furlan Costa (UEM); 

* “Educação confessional católica: a Escola Paroquial Santo Inácio e as instituições de ensino primário de Maringá (1946-1960)” de Ednéia Regina Rossi, Elaine Rodrigues e Geslaine Cristina Tamião Piola (UEM); 

* “Rui Barbosa no pensamento educacional brasileiro na primeira metade do século XX” de Luciano Mendes de Faria Filho e Marcilaine Soares Inácio (UFMG); 

* “A Paideia humana à luz da teoria platônica da educação” de Dennys Garcia Xavier, Karla Cristina Walter (UFU); 

* “Diferenças entre as perspectivas de educação integral em Anísio Teixeira e no Programa Mais Educação” de Bruno Adriano Rodrigues da Silva (UFRJ); 

* “Acumulação flexível: do local ao global, do obsoleto ao moderno” de Roney Gusmão do Carmo (UESB); Revista HISTEDBR On-line Editorial Revista HISTEDBR On-line, Campinas, nº 61, p.01-03, mar2015 – ISSN: 1676-2584 2 

* “O processo de inclusão/exclusão das pessoas com deficiência no contexto da reestruturação produtiva do capital” de Gedeli Ferrazzo, Claudinei Frutuoso, Márcia Ângela Patrícia e Marco Antônio de Oliveira Gomes (UNIR); 

* “A liberdade de consciência e sua implicação na concepção educacional de Condorcet, Humboldt e Mill” de Itamaragiba Chaves Xavier e Elomar Callegaro Tambara (UFPel); 

* “Por detrás dos muros da escola: cotidiano do Grupo Escolar César Bastos (1947- 1961)” de Maria Aparecida Alves Silva e Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro (UFU); 

* “Escolas reunidas: um modelo entre as escolas isoladas e os grupos escolares em Mato Grosso” de Elton Castro Rodrigues dos Santos (UNESP); 

* “A megera está rondando... Camillo de Jesus Lima, um professor intelectual em Vitória da Conquista-BA no primeiro governo de Vargas (1930-1945)” de Daniela Moura Rocha de Souza e Lívia Diana Rocha Magalhães (UESB); 

* “Quando a educação civiliza: proposições sobre a Escola Rural Pedro II (Pará, anos de 1860)” de Francivaldo Alves Nunes (UFPA); 

* “Escola itinerante: uma história ocultada, forjada no contexto da luta de classes no Paraná” de Marlene Lucia Siebert Sapelli (UNICENTRO); 

* “A democratização da educação e seu vínculo à consolidação do ideario liberal no país: alguns apontamentos” de Celso Hotz (UTFPR) e Isaura Monica Souza Zanardini (UNIOESTE); 

* “A História Cultural e as fontes de pesquisa” de Alboni Marisa Dudeque Pianovski Vieira (PUC – PR); 

* “A educação jesuítica no Brasil Colônia” de Maria José Aviz do Rosário e Clarice Nascimento de Melo (UFPA); 

* “Considerações sobre o desenvolvimento do pensamento educacional acerca da educação do corpo” de Maria Teresa Martins Fávero (UNESPAR), Geiva Carolina Calsa e Teresa Kasuko Teruya (UEM); 

* “Políticas públicas de expansão do ensino superior federal no Brasil no contexto da mundialização do capital” de André Moura Blundi Filardi e Dayton Fernando Padim (UFSCar); 

Resenhas

→ Livro de Eloá Soares Dutra Kastelic, O percurso de Paschoal Lemme: defesa da escola pública, gratuita e estatal. 

→ Livro de Dermeval Saviani, O lunar de Sepé: paixão, dilemas e perspectivas na educação.

Acesso: https://www.fe.unicamp.br/revistas/ged/histedbr

quarta-feira, 3 de junho de 2015

“Pátria Educadora? Lema de quem para quem?” | Vídeos GRATUITOS


Parte da Manhã
Brasil, pátria educadora: lema de quem, para quem?
http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=7Y42S6HDNOG9

Expositores: 

  • Profa. Dra. Helena Costa Lopes de Freitas 
  • Prof. Dr. Idevaldo da Silva Bodião 
  • Prof. Dr. João Ferreira de Oliveira 
  • Prof. Dr. José Claudinei Lombardi 
  • Profa. Dra. Nilda Guimarães Alves 
  • Prof. Dr. Sérgio Stocco 


Parte da Tarde
Pátria Educadora: Análise e encaminhamentos possíveis
http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=4WW9WN3O96MW


No dia 18 de maio de 2015, a Faculdade de Educação da Unicamp promoveu o evento “Pátria Educadora? Lema de quem para quem?”, com o objetivo de debater o documento “Pátria Educadora: a qualificação do ensino básico como obra de construção nacional”, de autoria do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo Federal, Roberto Mangabeira Unger. O documento, ainda em formato preliminar, propõe diretrizes e ações para construir um projeto de qualificação da educação básica. Ele foi divulgado em 22 de abril e encaminhado para a avaliação de universidades e outras instituições da área da educação.


O evento reuniu presencialmente cerca de 60 participantes, entre docentes da FE e de outras universidades, alunos e representantes de associações e sociedades científicas de educação. Também participaram do debate por meio de videoconferência 12 universidades e institutos. Outros 140 grupos acompanharam as discussões ao vivo pela internet.

terça-feira, 24 de março de 2015

V Seminário de Educação Brasileira | UNICAMP | 2015





“Mudanças Atuais na Sociedade Brasileira e o Sistema Nacional de Educação: Qualidade da Educação Pública como Direito Humano” 

De 15 a 17 de junho de 2015

Universidade Estadual de Campinas

Site do evento: http://cedes.preface.com.br/items/items/view/full_event/27/seb

domingo, 1 de março de 2015

Capitalismo, Trabalho e Educação | Revista Germinal | vol. 6, nº 2 (2014)

Acaba de ser publicada a nova edição da Revista Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Vol. 6, Nº 2 (2014), com a temática CAPITALISMO, TRABALHO E EDUCAÇÃO.




Sumário

EDITORIAL
Eraldo Leme Batista, Paulino José Orso

Debate

VANDALISMO OU MOVIMENTO SOCIAL? AS JORNADAS DE JUNHO (2013)
José Luís Sanfelice

Artigos

TRABALHO E CAPITAL: AS ANTÍPODAS DO SISTEMA      
Adrian Sotelo Valencia 

CAPITALISMO, TRABALHO E EDUCAÇÃO: O CASO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
João dos Reis Silva Júnior, Alan Victor Pimenta

EXPANSÃO E EMPRESARIAMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM DEBATE         
Élcia Esnarriaga de Arruda, Silvia Helena Andrade de Brito

DESENVOLVIMENTO NACIONAL E REGIONAL E AS DEMANDAS AO CAMPO DA EDUCAÇÃO      
Celso João Ferretti

A EDUCAÇÃO DE TRABALHADORES NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: UM DIREITO QUE NÃO SE COMPLETA
Gaudêncio Frigotto, Maria Ciavatta, Marise Ramos

EDUCAÇÃO E HEGEMONIA: A FORMAÇÃO DE INTELECTUAIS NA ITÁLIA DOS ANOS 20, A ORGANIZAÇÃO DA INDUSTRIALIZAÇÃO EM SÃO PAULO E A CONSTRUÇÃO DA HEGEMONIA BURGUESA NO BRASIL
Fábio Fernandes Villela

UM CONCEITO MARXISTA DE SALÁRIO
Jorge Luiz Souto Maior

FLORESTAN FERNANDES E A CRISE DO CAPITAL: A URGÊNCIA DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA
Maria Orlanda Pinassi

TRABALHO E SUBJETIVIDADE NA “NOVA” CONFIGURAÇÃO LABORAL: QUEM PAGA A CONTA?
Roberto Heloani, Evaldo Piolli

A DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO NO SETOR PORTUÁRIO
Claudia Mazzei Nogueira

A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA CADEIA PRODUTIVA DO SETOR COUREIRO-CALÇADISTA DO VALE DO SINOS (RS)
Claudia Schemes, Cristina Ennes da Silva, Acácia Zeneida Kuenzer         

AS RAÍZES DA REGRESSÃO NO MUNDO ÁRABE F
Marcos Del Roio

Entrevista

A CRISE DO CAPITAL, A CLASSE TRABALHADORA, O PARTIDO DOS TRABALHADORES E OS MOVIMENTOS SOCIAIS E O SOCIALISMO    
Ricardo Antunes, Plínio de Arruda Sampaio Júnior, Ariovaldo dos Santos           
Clássico

A CHAMADA ACUMULAÇÃO ORIGINAL
Karl Marx
               
Resenhas

A EDUCAÇÃO EM MÉSZÀROS: TRABALHO, ALIENAÇÃO E EMANCIPAÇÃO          
Demetrio Cherobini


Teses e Dissertaçoes: Resumos

A RELAÇÃO UNIVERSIDADES-MOVIMENTOS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA: HABITAÇÃO POPULAR, AGROECOLOGIA E FÁBRICAS RECUPERADAS
Henrique Novaes

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO DO ENSINO
José Luiz Souto Zanella

A IDEOLOGIA DA NOVA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DA REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA
Roberto Leme Batista

UMA CIVILIZAÇÃO SEM ALMA? EDUCAÇÃO E REVOLUÇÃO PASSIVA
Lucelma Silva Braga

A QUESTÃO EDUCACIONAL NAS OBRAS DE KARL MARX E FRIEDRICH ENGELS
Mario Borges Netto

O PENSAMENTO PEDAGÓGICO SOCIALISTA: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA EDUCACIONAL DESENVOLVIDA NA RUSSIA PÓS-REVOLUCIONÁRIA E SUAS CONTRIBUIÇÕES OARA O PROJETO EDUCACIONAL DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Malila da Graça Roxo Abreu

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cadernos Cemarx n°7 - Disponível online

A nova edição da revista Cadernos CEMARX do Centro de Estudos  Marxistas da UNICAMP está na rede:  

http://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/cemarx/index





Sumário

Apresentação
Comitê Editorial
               
ARTIGOS

Posição do Brasil no campo imperialista               
João Quartim de Moraes            

Muito além de uma “Bauhaus Soviética”: o legado de Vkhutemas/Vkhutein (1920-1930)
Iraldo Alberto Alves Matias,       Leovitor Nobuyuki dos Santos 

A Dialética como Mito? Edmund Wilson e a recepção das “Ciências Vermelhas” britânicas em Nova York nos anos de 1930     
Matheus Cardoso da Silva
               
O conceito Marxiano de contradição na crítica à Filosofia do Direito de Hegel   
Emmanuel Nakamura  

Negatividade e inversão da Dialética Especulativa de Hegel – notas sobre o desenvolvimento teórico de Karl Marx     
Andre de Góes Cressoni
               
“Quem tem o poder, tem o direito”. Marx e a relação entre o Direito e a Revolução a partir do jornal Nova Gazeta Renana de 1848-1849   
Ana Letícia Medeiros Godoi Silva            

Breves apontamentos para uma crítica marxista do poder judiciário     
Pablo Biondi     

Contribuição de Ralph Miliband à teoriazação da política marxista          
Gastão Rúbio de Sá Weyne       

Antonio Gramsci e a tradução do Marxismo na Índia: um estudo sobre os Subaltern Studies
Camila Massaro de Góes
               
Florestan Fernandes: ‘educador-intelectual’ orgânico aos ‘de baixo’. Uma abordagem Gramsciana
Carlos Eduardo Rebuá Oliveira 

A relação Trabalho e Educação em Marx, Engels e Gramsci: elementos para uma análise comparativa
Vitor Bemvindo, Cosme Almeida, Jullia Turrini 


TRADUÇÕES

As Ideologias pseudomarxistas da alienação     
Balibar Etienne

“‘Os saltos! Os saltos! Os saltos!’– sobre Lenin e a Política”       
Daniel Bensaïd 


RESENHAS

Entrevistas com Robert Hullot Kentor [Fabio Durão (Org.)]        
Marcio Renato Pinheiro da Silva
               
Os sentidos do Lulismo: reforma gradual e pacto conservador [André Singer] 
Patrícia Rocha Lemos

Política e classes sociais no Brasil dos anos 2000 [Armando Boito Jr. e Andréia Galvão(orgs.)

Cauê Campos    

domingo, 31 de agosto de 2014

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Material de Estudo - Concurso PEB - SP


Material de estudo referenciado na bibliografia indicada nos itens EDUCADOR e DOCENTE da Resolução SE 52, de 14-8-2013, na qual devem se basear os concursos para professores da rede estadual de São Paulo.

EDUCADOR

1. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.


Resenha

Artigo da autora (tema semelhante)


2. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento:
fundamentos epistemológicos e políticos. 14. ed., São Paulo, Cortez, 2011.

Tese do autor

Resenha acadêmica

3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.

Livro completo

4. FREITAS, Luiz Carlos de. Eliminação Adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28.

n.100 – Especial, p.965-987, out. 2007.

Artigo Completo

5. GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba de Sá; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo de Afonso. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2001.

Livro Completo


6. LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de, Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed. São Paulo: Summus, 1992.

Livro Completo

Resenha

7. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro, UNESCO/Cortez Editora, cap. III e IV, p. 47-78, e cp. VI, 93-104, 2000.

Livro Completo

8. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 20. ed., São Paulo: Cortez, 2011.

Artigo da Autora (tema semelhante)

9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.


Resenha

10. SAVIANI, Dermeval. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas; Autores Associados, 2010.

Artigo do Autor (tema semelhante)


11. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita.
Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n.64, out./dez. 1956. p.3-27.

Artigo Completo
 

DOCENTE

1. ABRAMOVAY, Miriam; CASTRO, Mary Garcia; SILVA, Lorena Bernadete. Juventudes e sexualidade. Brasília: UNESCO Brasil, 2004.

Livro Completo
2. FREURI, Reinaldo Matias. Educação intercultural: mediações necessárias. Rio de Janeiro: Editora DPA, 2003.

Artigo do Autor (tema semelhante)

3. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar, 22. ed., São Paulo: Cortez Editora, 2011.

Capítulo II do Livro

Artigo do Autor (tema semelhante)


4. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Revista Educação & Sociedade, ano XXIII, n. 79. Agosto/2002, p. 15-38.

Artigo Completo

5. TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O trabalho docente:
elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Rio de Janeiro, Petrópolis: Vozes, 2005.

Artigo_1 (tema semelhante)


Artigo do Tardif 
6. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2004.

Resenha Acadêmica_1

Resenha Acadêmica_2

Introdução do Livro


7. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Resenha Acadêmica


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Antonio Gramsci





Texto: Os indiferentes


Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que "viver significa tomar partido". Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.
A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir de gesta heróica.
A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos. O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa dos homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixa promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixa subir ao poder homens que, depois, só uma sublevação poderá derrubar. A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso. Mas os fatos que amadureceram vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis, quem sabia e quem não sabia, quem se mostrou ativo e quem foi indiferente. Estes então zangam-se, queriam eximir-se às conseqüências, quereriam que se visse que não deram o seu aval, que não são responsáveis. Alguns choramingam piedosamente, outros blasfemam obscenamente, mas nenhum ou poucos põem esta questão: se eu tivesse também cumprido o meu dever, se tivesse procurado fazer valer a minha vontade, o meu parecer, teria sucedido o que sucedeu? Mas nenhum ou poucos atribuem à sua indiferença, ao seu cepticismo, ao fato de não ter dado o seu braço e a sua atividade àqueles grupos de cidadãos que, precisamente para evitarem esse mal combatiam (com o propósito) de procurar o tal bem (que) pretendiam.
A maior parte deles, porém, perante fatos consumados prefere falar de insucessos ideais, de programas definitivamente desmoronados e de outras brincadeiras semelhantes. Recomeçam assim a falta de qualquer responsabilidade. E não por não verem claramente as coisas, e, por vezes, não serem capazes de perspectivar excelentes soluções para os problemas mais urgentes, ou para aqueles que, embora requerendo uma ampla preparação e tempo, são todavia igualmente urgentes. Mas essas soluções são belissimamente infecundas; mas esse contributo para a vida coletiva não é animado por qualquer luz moral; é produto da curiosidade intelectual, não do pungente sentido de uma responsabilidade histórica que quer que todos sejam ativos na vida, que não admite agnosticismos e indiferenças de nenhum gênero.
Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos a construir. Nessa cidade, a cadeia social não pesará sobre um número reduzido, qualquer coisa que aconteça nela não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos. Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.
Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes.



Disponível em:
http://www.marxists.org/portugues/gramsci/1917/02/11.htm




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dermeval Saviani




Texto: Antecedentes, origem e desenvolvimento da pedagogia histórico-crítica

No livro: MARSIGLIA, Ana Carolina Galvão. Pedagogia histórico-crítica: 30 anos. Campinas: Autores Associados, 2011.



sábado, 21 de janeiro de 2012

L. S. Vigotski




"Só uma teoria histórica do discurso interior poderá tratar cabalmente este complexo e imenso problema. A relação entre o pensamento e a palavra é um processo vivo; o pensamento nasce através das palavras. Uma palavra vazia de pensamento é uma coisa morta, e um pensamento despido de palavras permanece uma sombra. A conexão entre ambos não é, no entanto, algo de constante e já formado: emerge no decurso do desenvolvimento e modifica-se também ela própria. À expressão bíblica “No princípio era o Verbo”, Goethe faz Fausto responder: “No princípio era a ação”. A intenção desta frase é a de diminuir o valor da palavra, mas podemos aceitar esta versão se lhe dermos outra acentuação: no princípio era a ação. A palavra não é o ponto de partida – a ação já existia antes dela; a palavra é o termo do desenvolvimento, o coroamento da ação."

Texto: Pensamento e linguagem