Número v. 15, n. 61 (2015) da Revista HISTEDBR On-Line, organizado pelo Grupo de Estudos e
Pesquisas “História da Educação, Intelectuais e Instituições Escolares”, HISTEDBR – GT
Maringá.
SUMÁRIO
Artigos
“O Estado e as relações sindicais diante à formação profissional: o caso italiano no
segundo pós-guerra” de Pietro Causarano – Università degli Studi di Firenze (Itália);
* “O papel da República na instrução primária segundo Primitivo Moacir” de Luiz
Antonio de Oliveira (UENP) e Maria Cristina Gomes Machado (UEM);
* “As escolas rurais e a organização do ensino primário em Cianorte-PR (1950-
1990)” de Rosangela de Lima e Analete Regina Schelbauer (UEM);
* “Ensino fundamental de nove anos: principais orientações legais e administrativas”
de Cristiane Batistioli Vendrame e Maria Angélica Olivo Francisco Lucas (UEM);
* “A trajetória da didática no Brasil e sua (des)articulação com a teoria históricocultural”
de Marta Sueli de Faria Sforni (UEM);
* “O impacto da diversidade cultural nas políticas educacionais: uma crítica às
propostas das agências internacionais” de Elma Júlia Gonçalves de Carvalho e Rosangela
Célia Faustino (UEM);
* “Juan Rodriguez Becker y Silva (1872-1944): a trajetória educacional de um
professor itinerante” de Maria Aparecida Crissi Knuppel (UNICENTRO) e Célio Juvenal
Costa (UEM);
* “Perspectivas históricas e concepções de qualidade e acesso ao ensino superior a
distância no Brasil” de Simone Maria Martins e Maria Luisa Furlan Costa (UEM);
* “Educação confessional católica: a Escola Paroquial Santo Inácio e as instituições
de ensino primário de Maringá (1946-1960)” de Ednéia Regina Rossi, Elaine Rodrigues e
Geslaine Cristina Tamião Piola (UEM);
* “Rui Barbosa no pensamento educacional brasileiro na primeira metade do século
XX” de Luciano Mendes de Faria Filho e Marcilaine Soares Inácio (UFMG);
* “A Paideia humana à luz da teoria platônica da educação” de Dennys Garcia
Xavier, Karla Cristina Walter (UFU);
* “Diferenças entre as perspectivas de educação integral em Anísio Teixeira e no
Programa Mais Educação” de Bruno Adriano Rodrigues da Silva (UFRJ);
* “Acumulação flexível: do local ao global, do obsoleto ao moderno” de Roney
Gusmão do Carmo (UESB);
Revista HISTEDBR On-line Editorial
Revista HISTEDBR On-line, Campinas, nº 61, p.01-03, mar2015 – ISSN: 1676-2584 2
* “O processo de inclusão/exclusão das pessoas com deficiência no contexto da
reestruturação produtiva do capital” de Gedeli Ferrazzo, Claudinei Frutuoso, Márcia Ângela
Patrícia e Marco Antônio de Oliveira Gomes (UNIR);
* “A liberdade de consciência e sua implicação na concepção educacional de
Condorcet, Humboldt e Mill” de Itamaragiba Chaves Xavier e Elomar Callegaro Tambara
(UFPel);
* “Por detrás dos muros da escola: cotidiano do Grupo Escolar César Bastos (1947-
1961)” de Maria Aparecida Alves Silva e Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro (UFU);
* “Escolas reunidas: um modelo entre as escolas isoladas e os grupos escolares em
Mato Grosso” de Elton Castro Rodrigues dos Santos (UNESP);
* “A megera está rondando... Camillo de Jesus Lima, um professor intelectual em
Vitória da Conquista-BA no primeiro governo de Vargas (1930-1945)” de Daniela Moura
Rocha de Souza e Lívia Diana Rocha Magalhães (UESB);
* “Quando a educação civiliza: proposições sobre a Escola Rural Pedro II (Pará, anos
de 1860)” de Francivaldo Alves Nunes (UFPA);
* “Escola itinerante: uma história ocultada, forjada no contexto da luta de classes no
Paraná” de Marlene Lucia Siebert Sapelli (UNICENTRO);
* “A democratização da educação e seu vínculo à consolidação do ideario liberal no
país: alguns apontamentos” de Celso Hotz (UTFPR) e Isaura Monica Souza Zanardini
(UNIOESTE);
* “A História Cultural e as fontes de pesquisa” de Alboni Marisa Dudeque Pianovski
Vieira (PUC – PR);
* “A educação jesuítica no Brasil Colônia” de Maria José Aviz do Rosário e Clarice
Nascimento de Melo (UFPA);
* “Considerações sobre o desenvolvimento do pensamento educacional acerca da
educação do corpo” de Maria Teresa Martins Fávero (UNESPAR), Geiva Carolina Calsa e
Teresa Kasuko Teruya (UEM);
* “Políticas públicas de expansão do ensino superior federal no Brasil no contexto da
mundialização do capital” de André Moura Blundi Filardi e Dayton Fernando Padim
(UFSCar);
Resenhas
→ Livro de Eloá Soares
Dutra Kastelic, O percurso de Paschoal Lemme: defesa da escola pública, gratuita e estatal.
→ Livro de Dermeval Saviani, O lunar de Sepé: paixão,
dilemas e perspectivas na educação.
Acesso: https://www.fe.unicamp.br/revistas/ged/histedbr
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
“Pátria Educadora? Lema de quem para quem?” | Vídeos GRATUITOS
Parte da Manhã
Brasil, pátria educadora: lema de quem, para quem?
http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=7Y42S6HDNOG9
Expositores:
- Profa. Dra. Helena Costa Lopes de Freitas
- Prof. Dr. Idevaldo da Silva Bodião
- Prof. Dr. João Ferreira de Oliveira
- Prof. Dr. José Claudinei Lombardi
- Profa. Dra. Nilda Guimarães Alves
- Prof. Dr. Sérgio Stocco
Parte da Tarde
Pátria Educadora: Análise e encaminhamentos possíveis
http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=4WW9WN3O96MW
No dia 18 de maio de 2015, a Faculdade de Educação da Unicamp promoveu o evento “Pátria Educadora? Lema de quem para quem?”, com o objetivo de debater o documento “Pátria Educadora: a qualificação do ensino básico como obra de construção nacional”, de autoria do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo Federal, Roberto Mangabeira Unger. O documento, ainda em formato preliminar, propõe diretrizes e ações para construir um projeto de qualificação da educação básica. Ele foi divulgado em 22 de abril e encaminhado para a avaliação de universidades e outras instituições da área da educação.
O evento reuniu presencialmente cerca de 60 participantes, entre docentes da FE e de outras universidades, alunos e representantes de associações e sociedades científicas de educação. Também participaram do debate por meio de videoconferência 12 universidades e institutos. Outros 140 grupos acompanharam as discussões ao vivo pela internet.
terça-feira, 24 de março de 2015
V Seminário de Educação Brasileira | UNICAMP | 2015
“Mudanças Atuais na Sociedade Brasileira e o Sistema Nacional de Educação: Qualidade da Educação Pública como Direito Humano”
De 15 a 17 de junho de 2015
Universidade Estadual de Campinas
Site do evento: http://cedes.preface.com.br/items/items/view/full_event/27/seb
domingo, 1 de março de 2015
Capitalismo, Trabalho e Educação | Revista Germinal | vol. 6, nº 2 (2014)
Acaba de ser publicada a nova edição da Revista Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Vol. 6, Nº 2 (2014), com a temática CAPITALISMO, TRABALHO E EDUCAÇÃO.
Sumário
EDITORIAL
Eraldo Leme Batista, Paulino José Orso
Debate
VANDALISMO OU MOVIMENTO SOCIAL? AS JORNADAS DE JUNHO (2013)
José Luís Sanfelice
Artigos
TRABALHO E CAPITAL: AS ANTÍPODAS DO SISTEMA
Adrian Sotelo Valencia
CAPITALISMO, TRABALHO E EDUCAÇÃO: O CASO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE
EDUCAÇÃO SUPERIOR
João dos Reis Silva Júnior, Alan Victor Pimenta
EXPANSÃO E EMPRESARIAMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL
MÉDIO EM DEBATE
Élcia Esnarriaga de Arruda, Silvia Helena Andrade de Brito
DESENVOLVIMENTO NACIONAL E REGIONAL E AS DEMANDAS AO CAMPO DA EDUCAÇÃO
Celso João Ferretti
A EDUCAÇÃO DE TRABALHADORES NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: UM DIREITO QUE NÃO
SE COMPLETA
Gaudêncio Frigotto, Maria Ciavatta, Marise Ramos
EDUCAÇÃO E HEGEMONIA: A FORMAÇÃO DE INTELECTUAIS NA ITÁLIA DOS ANOS 20,
A ORGANIZAÇÃO DA INDUSTRIALIZAÇÃO EM SÃO PAULO E A CONSTRUÇÃO DA HEGEMONIA
BURGUESA NO BRASIL
Fábio Fernandes Villela
UM CONCEITO MARXISTA DE SALÁRIO
Jorge Luiz Souto Maior
FLORESTAN FERNANDES E A CRISE DO CAPITAL: A URGÊNCIA DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO
DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA
Maria Orlanda Pinassi
TRABALHO E SUBJETIVIDADE NA “NOVA” CONFIGURAÇÃO LABORAL: QUEM PAGA A
CONTA?
Roberto Heloani, Evaldo Piolli
A DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO NO SETOR PORTUÁRIO
Claudia Mazzei Nogueira
A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA CADEIA PRODUTIVA DO SETOR
COUREIRO-CALÇADISTA DO VALE DO SINOS (RS)
Claudia Schemes, Cristina Ennes da Silva, Acácia Zeneida Kuenzer
AS RAÍZES DA REGRESSÃO NO MUNDO ÁRABE F
Marcos Del Roio
Entrevista
A CRISE DO CAPITAL, A CLASSE TRABALHADORA, O PARTIDO DOS TRABALHADORES
E OS MOVIMENTOS SOCIAIS E O SOCIALISMO
Ricardo Antunes, Plínio de Arruda Sampaio Júnior, Ariovaldo dos Santos
Clássico
A CHAMADA ACUMULAÇÃO ORIGINAL
Karl Marx
Resenhas
A EDUCAÇÃO EM MÉSZÀROS: TRABALHO, ALIENAÇÃO E EMANCIPAÇÃO
Demetrio Cherobini
Teses e Dissertaçoes: Resumos
A RELAÇÃO UNIVERSIDADES-MOVIMENTOS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA: HABITAÇÃO
POPULAR, AGROECOLOGIA E FÁBRICAS RECUPERADAS
Henrique Novaes
O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO DO ENSINO
José Luiz Souto Zanella
A IDEOLOGIA DA NOVA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DA REESTRUTURAÇÃO
PRODUTIVA
Roberto Leme Batista
UMA CIVILIZAÇÃO SEM ALMA? EDUCAÇÃO E REVOLUÇÃO PASSIVA
Lucelma Silva Braga
A QUESTÃO EDUCACIONAL NAS OBRAS DE KARL MARX E FRIEDRICH ENGELS
Mario Borges Netto
O PENSAMENTO PEDAGÓGICO SOCIALISTA: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA
EDUCACIONAL DESENVOLVIDA NA RUSSIA PÓS-REVOLUCIONÁRIA E SUAS CONTRIBUIÇÕES OARA
O PROJETO EDUCACIONAL DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Malila da Graça Roxo Abreu
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Cadernos Cemarx n°7 - Disponível online
A nova edição da revista Cadernos CEMARX do Centro de Estudos Marxistas da UNICAMP está na rede:
http://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/cemarx/index
Sumário
Apresentação
Comitê
Editorial
ARTIGOS
Posição do Brasil
no campo imperialista
João Quartim
de Moraes
Muito além
de uma “Bauhaus Soviética”: o legado de Vkhutemas/Vkhutein (1920-1930)
Iraldo
Alberto Alves Matias, Leovitor
Nobuyuki dos Santos
A Dialética
como Mito? Edmund Wilson e a recepção das “Ciências Vermelhas” britânicas em
Nova York nos anos de 1930
Matheus
Cardoso da Silva
O conceito
Marxiano de contradição na crítica à Filosofia do Direito de Hegel
Emmanuel
Nakamura
Negatividade
e inversão da Dialética Especulativa de Hegel – notas sobre o desenvolvimento
teórico de Karl Marx
Andre de
Góes Cressoni
“Quem tem o
poder, tem o direito”. Marx e a relação entre o Direito e a Revolução a partir
do jornal Nova Gazeta Renana de 1848-1849
Ana Letícia
Medeiros Godoi Silva
Breves
apontamentos para uma crítica marxista do poder judiciário
Pablo Biondi
Contribuição
de Ralph Miliband à teoriazação da política marxista
Gastão Rúbio
de Sá Weyne
Antonio
Gramsci e a tradução do Marxismo na Índia: um estudo sobre os Subaltern Studies
Camila
Massaro de Góes
Florestan
Fernandes: ‘educador-intelectual’ orgânico aos ‘de baixo’. Uma abordagem
Gramsciana
Carlos
Eduardo Rebuá Oliveira
A relação
Trabalho e Educação em Marx, Engels e Gramsci: elementos para uma análise
comparativa
Vitor
Bemvindo, Cosme Almeida, Jullia Turrini
TRADUÇÕES
As
Ideologias pseudomarxistas da alienação
Balibar
Etienne
“‘Os saltos!
Os saltos! Os saltos!’– sobre Lenin e a Política”
Daniel
Bensaïd
RESENHAS
Entrevistas
com Robert Hullot Kentor [Fabio Durão (Org.)]
Marcio
Renato Pinheiro da Silva
Os sentidos
do Lulismo: reforma gradual e pacto conservador [André Singer]
Patrícia
Rocha Lemos
Política e
classes sociais no Brasil dos anos 2000 [Armando Boito Jr. e Andréia
Galvão(orgs.)
Cauê Campos
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domingo, 31 de agosto de 2014
História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil
Com apoio do Governo Federal, a UNESCO disponibilizou para download gratuito o livro História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil.
Para acessar, basta clicar no seguinte link: http://unesdoc.unesco.org/ images/0022/002270/ 227009POR.pdf
Boa leitura!
Para acessar, basta clicar no seguinte link: http://unesdoc.unesco.org/
Boa leitura!
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Material de Estudo - Concurso PEB - SP
Material de estudo referenciado na bibliografia indicada nos itens EDUCADOR e DOCENTE da Resolução SE 52, de 14-8-2013, na qual devem se basear os concursos para professores da rede estadual de São Paulo.
EDUCADOR
1. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
Resenha
Artigo da autora (tema semelhante)
2. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento:
fundamentos epistemológicos e políticos. 14. ed., São Paulo, Cortez, 2011.
Tese do autor
Resenha acadêmica
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.
Livro completo
4. FREITAS, Luiz Carlos de. Eliminação Adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28.
n.100 – Especial, p.965-987, out. 2007.
Artigo Completo
5. GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba de Sá; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo de Afonso. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2001.
Livro Completo
6. LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de, Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed. São Paulo: Summus, 1992.
Livro Completo
Resenha
7. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro, UNESCO/Cortez Editora, cap. III e IV, p. 47-78, e cp. VI, 93-104, 2000.
Livro Completo
8. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 20. ed., São Paulo: Cortez, 2011.
Artigo da Autora (tema semelhante)
9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
Resenha
10. SAVIANI, Dermeval. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas; Autores Associados, 2010.
Artigo do Autor (tema semelhante)
11. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita.
Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n.64, out./dez. 1956. p.3-27.
Artigo Completo
DOCENTE
1. ABRAMOVAY, Miriam; CASTRO, Mary Garcia; SILVA, Lorena Bernadete. Juventudes e sexualidade. Brasília: UNESCO Brasil, 2004.
Livro Completo
Artigo do Autor (tema semelhante)
3. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar, 22. ed., São Paulo: Cortez Editora, 2011.
Capítulo II do Livro
Artigo do Autor (tema semelhante)
Artigo Completo
5. TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O trabalho docente:
elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Rio de Janeiro, Petrópolis: Vozes, 2005.
Artigo_1 (tema semelhante)
Artigo do Tardif
6. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2004.
Resenha Acadêmica_1
Resenha Acadêmica_2
Introdução do Livro
7. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Resenha Acadêmica
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Antonio Gramsci
Texto: Os indiferentes
Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que "viver significa tomar partido". Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.
A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir de gesta heróica.
A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos. O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa dos homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixa promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixa subir ao poder homens que, depois, só uma sublevação poderá derrubar. A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso. Mas os fatos que amadureceram vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis, quem sabia e quem não sabia, quem se mostrou ativo e quem foi indiferente. Estes então zangam-se, queriam eximir-se às conseqüências, quereriam que se visse que não deram o seu aval, que não são responsáveis. Alguns choramingam piedosamente, outros blasfemam obscenamente, mas nenhum ou poucos põem esta questão: se eu tivesse também cumprido o meu dever, se tivesse procurado fazer valer a minha vontade, o meu parecer, teria sucedido o que sucedeu? Mas nenhum ou poucos atribuem à sua indiferença, ao seu cepticismo, ao fato de não ter dado o seu braço e a sua atividade àqueles grupos de cidadãos que, precisamente para evitarem esse mal combatiam (com o propósito) de procurar o tal bem (que) pretendiam.
A maior parte deles, porém, perante fatos consumados prefere falar de insucessos ideais, de programas definitivamente desmoronados e de outras brincadeiras semelhantes. Recomeçam assim a falta de qualquer responsabilidade. E não por não verem claramente as coisas, e, por vezes, não serem capazes de perspectivar excelentes soluções para os problemas mais urgentes, ou para aqueles que, embora requerendo uma ampla preparação e tempo, são todavia igualmente urgentes. Mas essas soluções são belissimamente infecundas; mas esse contributo para a vida coletiva não é animado por qualquer luz moral; é produto da curiosidade intelectual, não do pungente sentido de uma responsabilidade histórica que quer que todos sejam ativos na vida, que não admite agnosticismos e indiferenças de nenhum gênero.
Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos a construir. Nessa cidade, a cadeia social não pesará sobre um número reduzido, qualquer coisa que aconteça nela não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos. Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.
Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes.
Disponível em:
http://www.marxists.org/portugues/gramsci/1917/02/11.htm
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Dermeval Saviani
Texto: Antecedentes, origem e desenvolvimento da pedagogia histórico-crítica
No livro: MARSIGLIA, Ana Carolina Galvão. Pedagogia histórico-crítica: 30 anos. Campinas: Autores Associados, 2011.
sábado, 21 de janeiro de 2012
L. S. Vigotski
"Só uma teoria histórica do discurso interior poderá tratar cabalmente este complexo e imenso problema. A relação entre o pensamento e a palavra é um processo vivo; o pensamento nasce através das palavras. Uma palavra vazia de pensamento é uma coisa morta, e um pensamento despido de palavras permanece uma sombra. A conexão entre ambos não é, no entanto, algo de constante e já formado: emerge no decurso do desenvolvimento e modifica-se também ela própria. À expressão bíblica “No princípio era o Verbo”, Goethe faz Fausto responder: “No princípio era a ação”. A intenção desta frase é a de diminuir o valor da palavra, mas podemos aceitar esta versão se lhe dermos outra acentuação: no princípio era a ação. A palavra não é o ponto de partida – a ação já existia antes dela; a palavra é o termo do desenvolvimento, o coroamento da ação."
Texto: Pensamento e linguagem
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