segunda-feira, 25 de abril de 2016

[Download Gratuito] John Dewey | Impressões sobre a Rússia Soviética e o Mundo Revolucionário

A Navegando Publicações presenteia o público com uma edição do texto de John Dewey Impressões sobre a Rússia Soviética e o Mundo Revolucionário.



Leia um trecho da apresentação escrita por Calos Lucena e Lurdes Lucena:

A experiência na Rússia Bolchevique suscitou a Dewey por um lado, a internacionalização da experiência educacional russa como forma de adaptá-la aos Estados Unidos, melhorando as condições de ensino e aprendizagem em seu país natal. Por outro lado, dado ao próprio período histórico em questão marcado pelos processos preliminares da construção da crise econômica que levou ao Crack da Bolsa de Valores de New York em 1929, o crescimento do Nazismo e do Fascismo acompanhado da instauração de um conjunto de conflitos e contradições que levaram à instauração da 2a Grande Guerra Mundial, Dewey raciocinou na possibilidade de aperfeiçoar o liberalismo por meio de fundamentos encontrados na Rússia. Em outras palavras, dada a sua impressão que estava em curso na Rússia um processo social diferente do que pretendia a ortodoxia marxista, imaginou ter encontrado ali novos pressupostos de liberdade e participação que fomentaria o liberalismo nos Estados Unidos, destacando o papel central em reinventar a educação para que todo esse processo fosse possível. Convidamos todos vocês à leitura do livro em questão, traduzido agora da Língua Inglesa para a Portuguesa. Acreditamos que sua leitura possibilitará que construam suas próprias impressões e indagações sobre o passado e o presente da Rússia Bolchevique, os rumos tomados e os não tomados e seus respectivos motivos. O convite está feito.

terça-feira, 19 de abril de 2016

[Documentário] O Fim do Esquecimento e Em Nome da Segurança Nacional

"O Fim do Esquecimento" dirigido por Renato Tapajós, procura personagens que participaram do Tribunal Tiradentes e outros que se destacaram na luta pelos Direitos Humanos.

"Em Nome da segurança Nacional" tem como eixo a narrativa O Tribunal Tiradentes, organizado pela Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo em 1983. 




Produção independente, financiada pelo Projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia, por essa razão, as opiniões e dados nela expressos não traduzem opiniões ou políticas do Ministério da Justiça e do Governo Federal.

Realização: Instituto Macuco - Memorial da Anistia - Projeto Marcas da Memória - Comissão de Anistia - Ministério da Justiça


https://www.youtube.com/watch?v=QtMOwjKeTa0


sexta-feira, 1 de abril de 2016

A CRISE POLÍTICA ATUAL: UMA GRANDE FARSA - Nota do Prof. Dermeval Saviani

A CRISE POLÍTICA ATUAL: UMA GRANDE FARSA 

Dermeval Saviani 
Professor Emérito da UNICAMP e Pesquisador Emérito do CNPq




A crise que se abateu sobre o país tem sido justificada em nome do combate à corrupção e, por meio da insistente repetição dos diversos meios de comunicação, vem induzindo a população a acreditar que foi o PT que, ao chegar ao governo, institucionalizou a corrupção instalando uma verdadeira quadrilha empenhada na apropriação privada dos fundos públicos. Mas a verdade é bem outra. O erro do PT foi, ao assumir o governo, não ter tentado desmontar o esquema que já existia e do qual se serviam todos os partidos que chegavam ao poder. Ao contrário, para assegurar uma base de apoio no Congresso sem o que não conseguiria governar, o PT lançou mão do esquema que já se encontrava em funcionamento muito antes do seu surgimento. Portanto, o apelo atual à luta contra a corrupção não passa de uma grande farsa. Como afirmou o delegado da Polícia Federal Armando Coelho Neto, que se aposentou faz apenas dois anos e foi presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, a PF na era FHC estava desaparelhada e carecia de autonomia tendo havido, inclusive, um empréstimo francês para seu aparelhamento que, embora recebido e o governo já estivesse pagando juros, não foi utilizado por falta de planejamento. Em contrapartida, a gestão Dilma tomou treze medidas que aparelharam a Polícia Federal e lhe deram autonomia, assegurando-lhe condições de atuar fortemente na investigação dos atos ilícitos, em especial no caso da corrupção. Mas ele constata que, na verdade, não se está lutando contra a corrupção. Se isso estivesse ocorrendo outras operações estariam em curso. A Operação Zelotes, por exemplo, está abafada porque nela estão envolvidos grandes personagens da política, grandes empresas e bancos, grupos de comunicação, à testa a Rede Globo, num grande escândalo intermediado pelo Banco HSBC que, por conta disso, acabou se retirando do país. Na própria Operação Lava-Jato as delações trouxeram à baila nomes do PSDB e de outros partidos que, no entanto, são blindados. A Conclusão do ex-presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal é que o que está em curso não é uma luta contra a corrupção, mas uma guerra contra o governo e o PT. Bresser-Pereira, por sua vez, que foi um dos mais importantes ministros do governo FHC, tem evidenciado o ódio dos endinheirados contra o PT e, num dos últimos vídeos ele afirma que nos governos de Lula e Dilma os pobres ficaram menos pobres e os ricos mais ricos, sendo que a classe média foi a menos beneficiada. Daí, o cultivo do ódio da classe média contra o PT, ódio incentivado com a insistência da mídia que diariamente, repetindo à exaustão, se dedica a esmiuçar denúncias não comprovadas contra Dilma, Lula e o PT. E isso é muito perigoso porque está em curso uma onda fascista que se manifestou explicitamente com saudações nazifascistas e incitação ao armamento da população, como o fez o deputado Jair Bolsonaro. Este, segundo consta, teria sido avisado previamente da condução coercitiva do Lula que, segundo o plano seria levado preso de Congonhas para Curitiba num jatinho que já estava pronto para decolar, quando a operação foi abortada pelo destacamento da aeronáutica que faz a segurança do aeroporto de Congonhas. Mas Bolsonaro já teria se dirigido a Curitiba para lá incitar a população a se manifestar em apoio à prisão de Lula assim que ele chegasse à carceragem. É um quadro muito preocupante que nos faz lembrar da Alemanha das décadas de 1920 e 1930 com a ascensão de Hitler, apoiado pelo fanatismo que se apossou da população. Naquela situação também a Justiça se revelou draconiana com as ações da esquerda e complacente com a truculência da direita. Agora, no Brasil, está em curso iniciativas que, como observou o jurista Fábio Conder Comparato, deixa o Estado de Direito em frangalhos, com violações de normas constitucionais.
A situação é muito grave e, ao que parece, o golpe irá se consumar porque todas as instituições da República (Judiciário, Ministério Público, a própria OAB, Parlamento, Partidos políticos, toda a grande mídia televisiva, escrita e falada) encontram-se conspurcadas e obcecadas com o único objetivo de destruir o PT e impedir Lula de voltar a se candidatar. E, para isso, não têm pejo em violar as normas jurídicas relativas aos direitos mais elementares, inclusive dispositivos constitucionais. A hipocrisia é tanta que jornalistas, representantes do Judiciário e parlamentares repetem à exaustão que Lula não pode ser ministro porque é investigado, ao mesmo tempo em que se posicionam a favor do impeachment que vem sendo conduzido e manipulado por um parlamentar que não apenas é investigado, mas é réu e se mantém como Presidente da Câmara dos Deputados sendo, nessa condição, o segundo na sucessão da Presidência da República. Então, a pergunta que não quer calar é: por que Eduardo Cunha, que é réu em processo que corre no Supremo Tribunal Federal, pode continuar como deputado e, mesmo, como Presidente da Câmara obstruindo a Comissão de Ética e articulando todos os passos do processo de impeachment; e Lula, que apenas está sendo investigado, não pode assumir a Casa Civil? Diga-se de passagem que esse impedimento é também violação da Constituição a qual determina que a nomeação de ministros no âmbito do Poder Executivo é prerrogativa exclusiva da Presidência da República.
Sim, o que está em curso é um golpe. Claro que o impeachment está previsto na Constituição não podendo, pois, por si mesmo, ser caracterizado como golpe. Mas quando esse mecanismo é acionado como pretexto para derrubar um governo democraticamente eleito sem que seja preenchida a condição que a Constituição prescreve para que se acione esse mecanismo, ou seja, a ocorrência de crime de responsabilidade, então não cabe tergiversar. O nome apropriado nesse caso não é outro. É, mesmo, Golpe de Estado, pois a Constituição não estará sendo respeitada, mas violada. E até agora, nenhuma das alegações apresentadas para justificar o impeachment caracteriza crime de responsabilidade. Aliás, Dilma sequer está sendo investigada ao passo que a Comissão do impeachment tem mais da metade de seus membros em investigação e, no conjunto da Câmara, 302 deputados encontram-se na mesma situação. A farsa está, pois, escancarada: um bando de corruptos julgando e condenando uma presidenta que não cometeu crime algum. E, como a oposição ensandecida deverá, engrossada pelo PMDB, conseguir maioria para aprovar o golpe, restará ao Supremo, cumprindo seu papel de guardião da Constituição, evitar esse desfecho. Se isso não acontecer, a farsa se transformará em tragédia. E o Estado Democrático de Direito deixará de existir no Brasil, vitimado por um Golpe de Estado jurídico-midiático-parlamentar. É, pois, de suma importância uma grande mobilização das forças democráticas, independentemente de partidos e da avaliação positiva ou negativa do governo Dilma, para evitar essa tragédia.

Campinas, 31 de março de 2016.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

[Download Gratuito] Ensino desenvolvimental: vida, pensamento e obra dos principais representantes russos

A editora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) disponibilizou para download gratuito o livro: ENSINO DESENVOLVIMENTAL II: VIDA, PENSAMENTO E OBRA DOS PRINCIPAIS REPRESENTANTES RUSSOS.



Acesse aquihttp://www.edufu.ufu.br/sites/edufu.ufu.br/files/e-book_ensino_desenvolvimental_livro_ii_2015_0.pdf

Autor(es): 
Andrea Maturano Longarezi
Roberto Valdés Puentes

Descrição: 

Esse segundo livro da trilogia "Ensino desenvolvimental: vida, pensamento e obra dos principais representantes russos" compõe os estudos da teoria histórico-cultural na tradição teórica e epistemológica da "troika" vigotskiana (Vigotski, Luria e Leontiev).  

A pesquisa educacional realizada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Didática Desenvolvimental e Profissionalização Docente (GEPEDI) aprofunda e difunde as contribuições da psicologia marxista histórico-cultural e da didática desenvolvimental do período soviético (1917-1991). Esse volume, fruto de pesquisa do GEPEDI, apresenta ao público de língua portuguesa os perfis biográficos e contribuições de A. S. Makarenko, P. I. Zinchenko, L. I. Bozhovich, L. A. Venguer, B. F. Lomov, V. S. Mukhina, A. A.Leontiev, V. P. Zinchenko, M. A. Danilov, M. N. Skatkin e M. Majmutov.

A ampla discussão desses autores em eventos científicos resulta agora nessa trilogia.  Nos perfis biográficos aqui apresentados, autores do Brasil, Cuba, México e Rússia salientam o contexto e as principais contribuições teóricas, bem como suas implicações para o ensino desenvolvimental.  Elaboraram esses perfis Cecília Luedeman, Vladimir P. Zinchenko, Boris G. Meshcheriakov, Albertina M. Martínez, Fernando González Rey, Maria Aparecida Mello, Douglas Aparecido de Campos, Dmitry Leontiev, José Zilberstein, Silvia Olmedo Cruz, Ruben de Oliveira Nascimento, Roberto Valdés Puentes, Andréa Maturano Longarezi e Orlando Fernández Aquino.

Essa adição à Coleção Biblioteca Psicopedagógica Didática resulta do II Colóquio Internacional Ensino Desenvolvimento: vida, pensamento e obra dos principais representantes russos, realizado na Universidade Federal de Uberlândia, em maio de 2014. Esses textos abordam como o “ensino desenvolvimental“ serve à máxima potencialização do desenvolvimento dos estudantes.

Acesse aquihttp://www.edufu.ufu.br/sites/edufu.ufu.br/files/e-book_ensino_desenvolvimental_livro_ii_2015_0.pdf


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Revista Germinal | v. 7, n. 2 (2015): História da Educação















v. 7, n. 2 (2015): História da Educação

"Em tempos de destruição da natureza e do trabalho que afetam a sobrevivência da humanidade, de projetos históricos conservadores, de forte disputa e controle da educação, de judicialização da política, de massivas manifestações populares e de crescente interesse dos jovens pela política, Germinal: Marxismo e Educação em Debate, deliberadamente, dedica este número à História da Educação para que, mais uma vez, cumpra seu objetivo precípuo – promover o debate, o esclarecimento e assim contribuir para o avanço de movimentos sociais implicados na transformação das atuais relações de produção da vida. Neste sentido, acolheu e traz a lume textos e seus autores dedicados a explanar e analisar teses conhecidas, algumas amplamente difundidas, temas, abordagens, ora examinadas e descortinadas à luz da crítica marxista. O exame dos autores cujas produções constituem este número da Germinal estava a fazer falta dado o cenário de eterno presentismo, de pletora de informação que, na maioria dos casos, elide tempo, autorias, contextos, razões, passado e futuro, naturaliza, eterniza um único modo de existir, o do capital." (Editorial)

.: Acesse:


Sumário

Editorial

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: INSTITUIÇÕES, AUTORES E TESES EM TENSÃO HISTÓRICA    
Maria de Fátima Rodrigues Pereira, Maria de Fátima Félix Rosar, Dermeval Saviani, Elza Margarida de Mendonça Peixoto               

Debate
LUIZ CARLOS PRESTES: UM JOVEM MILITAR EMPENHADO NA EDUCAÇÃO DOS SEUS SUBORDINADOS
Anita Leocadia Prestes

AGÊNCIAS E AGENTES NA PROFISSIONALIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO DE ENSINO SECUNDÁRIO (1931-1945)         
Amália Cristina Dias da Rocha Bezerra  

PERSPECTIVAS EM CONFRONTO NO CAMPO DA EDUCAÇÃO: O MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932) E O MANIFESTO DOS INSPETORES DE ENSINO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (1934)   
Marcos Cesar de Oliveira Pinheiro         

A INFLUÊNCIA DO “ESTILO AMERICANO DE VIDA” NOS EDUCADORES BRASILEIROS PÓS 1930 E ALGUNS DE SEUS CRÍTICOS: FLORESTAN FERNANDES E A FEDERAÇÃO INTERNACIONAL SINDICAL DE ENSINO     
Gilcilene de Oliveira Damasceno Barão

Artigos

ORIGENS DO MOVIMENTO OPERÁRIO E DO SOCIALISMO NO BRASIL   
Osvaldo Luis Angel Coggiola      

MUNDIALIZAÇÃO E SOCIEDADE MUNDIAL. APONTAMENTOS PARA UMA POSIÇÃO ONTOLÓGICO-POLÍTICA DO PROBLEMA        PDF
José Adriano Barata-Moura      

INSTITUTO BRASILEIRO DE FILOSOFIA: UMA TENTATIVA DE CONSTRUÇÃO DE UMA HEGEMONIA CONSERVADORA     
Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves,         Pedro Leão da Costa Neto         

ZEFERINO VAZ: UM REITOR DE DIREITA QUE PROTEGIA AS ESQUERDAS?           
Caio Navarro Toledo     

A CENTRALIDADE DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA OBRA E MILITÂNCIA DE FLORESTAN FERNANDES, NO PERÍODO ENTRE 1980 A 1995: CONTRIBUIÇÕES AO PENSAMENTO MARXISTA SOBRE A EDUCAÇÃO NO BRASIL  
Fabiana de Cássia Rodrigues,     Lucelma Silva Braga       

BUSCANDO GRAMSCI NA OBRA DE BRIAN SIPSON        
Marisa Bittar     

MARX E A EDUCAÇÃO: OBSERVAÇÕES ACERCA DE A IDEOLOGIA ALEMÃ E TESES CONTRA FEUERBACH.             
Anita Helena Schlesener            

TRABALHO, EDUCAÇÃO E REPRODUÇÃO EM LUKÁCS   
Gisele Masson 

IMAGINÁRIO SOCIALISTA          
Claudio Katz      

O MARXISMO HISTORICISTA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA): TEORIA E PRÁTICA             
Fábio Fernandes Villela

TRABALHO E EDUCAÇÃO: UM DEBATE NECESSÁRIO E URGENTE DIANTE DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO                
Eraldo Leme Batista      

O PROGRAMA DE APOIO A PLANOS DE REESTRUTURAÇÃO E EXPANSÃO DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS E SUA IMPLEMENTAÇÃO NA UTFPR   
Edevania Trevizan,         Henrique Tahan Novaes             

CONDIÇÕES DE TRABALHO DOCENTE E SOFRIMENTO PSÍQUICO NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO
Vivian Jilou,        Sálua Cecílio      

O SETOR PRIVADO-MERCANTIL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL E A EDUCAÇÃO A DISTANCIA      
Andreia Gomes da Cruz,              Maria de Fátima Costa de Paula               

O SINDICATO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS           
Olgaíses Cabal Maues  

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA: UMA ANÁLISE HISTÓRICA DA INSERÇÃO PERIFÉRICA NA ORDEM CAPITALISTA MUNDIAL.          
Matheus Castro da Silva             

ERA DA INDETERMINAÇÃO? FRANCISCO DE OLIVEIRA E PROCESSO DECISÓRIO POLÍTICO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO.      
Lucas Patschiki 

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CAPITAL E FORÇA DE TRABALHO NO BRASIL            
Michel Goulart da Silva

ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE POLÍTICA (“PÚBLICA”) EDUCACIONAL           
Iael de Souza    

Entrevista

MARXISMO E HISTÖRIA DA EDUCAÇÃO              
José Luis Sanfelice         

Clássico

MANIFESTO DOS INSPETORES DE ENSINO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO AO MAGISTÉRIO E À SOCIEDADE FLUMINENSES 
Paschoal Lemme            

AS TAREFAS DAS UNIÕES DA JUVENTUDE          
Vladimir Iilich Ulianov Lenin       

Resenhas

LAVAL, C. A Escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004. 324 p.   
Renata Luiza Costa        

GRAMSCI NO LIMIAR DO SÉCULO XXI  
Rodrigo Sarruge Molina              

O PRECARIADO
Jéferson Silveira Dantas              

Teses e Dissertaçoes: Resumos

EMANCIPAÇÃO HUMANA E EDUCAÇÃO EM MARX: PARA UMA CRÍTICA DA FORMAÇÃO BURGUESA O HORIZONTE DA DESIGUALDADE SOCIAL              
Vilson Aparecido da Mata          

O PROJETO EDUCACIONAL DA ITAIPU BINACIONAL (1974-1985): UMA EDUCAÇÃO PARA CADA VILA E PARA CADA FRAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA.  

Denise Kloeckner Sbardelotto

.: Acesse:

domingo, 8 de novembro de 2015

[Download GRATUITO] DIREITA, VOLVER!

Livro DIREITA, VOLVER! O retorno da direita e o ciclo político brasileiro, organizado por Sebastião Velasco e Cruz, André Kaysel e Gustavo Codas.

Baixe aqui:




"A desproporção de trabalhos acadêmicos existentes sobre ideologias, correntes e organizações políticas de esquerda, em comparação com aqueles devotados às suas congêneres da direita, aponta para o quanto a intelectualidade progressista desprezou as direitas, suas ideias, valores e sua capacidade de interpelar e mobilizar amplos setores e frações da sociedade. Grande parte do desconcerto atual frente ao caráter multitudinário das manifestações direitistas deste ano é um resultado dessa combinação de ignorância e desprezo. Nos dias que correm, a nova direita brasileira se põe diante de nós como uma esfinge: decifra- -me ou te devoro. Decifremo-la antes que seja tarde demais."
Os organizadores




.: Sumário

Apresentação

Elementos de reflexão sobre o tema da direita (e esquerda) a partir do Brasil no momento atual
Sebastião Velasco e Cruz

Regressando ao Regresso: elementos para uma genealogia das direitas brasileiras
André Kaysel

O direito regenerará a República? Notas sobre política e racionalidade jurídica na atual ofensiva conservadora
Andrei Koerner e Flávia Schilling

A direita e os meios de comunicação
Venício A. de Lima

A nova direita brasileira: uma análise da dinâmica partidária e eleitoral do campo conservador
Adriano Codato, Bruno Bolognesi e Karolina Mattos Roeder

Bancada da Bala: uma onda na maré conservadora
Marco Antonio Faganello

Velhas e novas direitas religiosas na América Latina: os evangélicos como fator político
Julio Córdova Villazón

Classe média e conservadorismo liberal
Sávio Cavalcante

Protestos à direita no Brasil (2007-2015)
Luciana Tatagiba, Thiago Trindade e Ana Claudia Chaves Teixeira

Direita nas redes sociais online
Sergio Amadeu da Silveira

A organização das células neoconservadoras de agitprop: o fator subjetivo da contrarrevolução
Reginaldo C. Moraes

Buckley Jr., Kirk e o renascimento do conservadorismo nos Estados Unidos
Alvaro Bianchi

Direitas em rede: think tanks de direita na América Latina
Camila Rocha

O golpe parlamentar no Paraguai. A dinâmica do sistema de partidos e o poder destituinte do Congresso
Fernando Martínez-Escobar e José Tomás Sánchez-Gómez

Sobre os organizadores

Sobre os autores 

Baixe aqui: